Empréstimo ou financiamento: o que é melhor?

Antes de mais nada, todo mundo já teve essa dúvida, certo? Quando é chegada a hora de realizar um sonho, como comprar uma casa, por exemplo. Ou adquirir um automóvel, uma moto ou qualquer bem de grande valor. E aí, o que você deve fazer? Qual é, então, o melhor caminho a seguir? Afinal, você deve escolher empréstimo ou financiamento?

Agora, é preciso frisar que cada um deles tem suas peculiaridades. Ou seja, os dois apresentam características próprias, que por sua vez são constantemente confundidas. No entanto, empréstimo e financiamento são para situações diferentes.

Basicamente, essas duas formas de conseguir dinheiro são as maneiras mais conhecidas e comuns de ter a liberação de crédito. E isso pode ser feito normalmente em qualquer banco ou instituição financeira, seja pública ou privada. Hoje, aliás, é difícil encontrar quem não ofereça esses serviços.

E como citado no primeiro parágrafo, esses serviços são buscados quando a pessoa quer fazer a aquisição de algo grande. Ou seja, quando ela tem a necessidade de acessar uma quantia em dinheiro que não tem à disposição no momento. Por isso, então, recorrer a empréstimo ou financiamento.

Porém, quando o serviço é pedido, tanto quanto o outro, o requerente passa por uma análise de dados. Afinal, é preciso comprovar que a liberação de crédito não compromete a sua vida financeira, não interfere de forma negativa. Além disso, cada banco ou instituição financeira possui seus próprios critérios de avaliação. Ou seja, elas têm formas diferentes de chegar à concessão do valor pedido.

Agora, dependendo desse valor, pode ser que uma garantia ou fiador sejam pedidos. É uma forma de assegurar que o empréstimo ou financiamento aconteça sem empecilhos a ambas as partes.

Isso sem contar que ainda pode haver subsídios pagos pelo governo. Ou seja, há casos em que uma parcela é subsidiada pelo governo. Porém, esses casos dependem de alguns fatores, que serão devidamente explicados a seguir. Dessa forma, então, vamos entender um pouco mais as diferenças entre essas duas modalidades de crédito.

Empréstimo ou financiamento: principais diferenças!

 

Bem, para que não haja dúvidas, a principal diferença entre os dois é a finalidade do crédito. Em outras palavras, o porquê de você precisar do dinheiro define se vai precisar de um ou outro, basicamente. Só há características diferentes entre si:

  • Taxas aplicadas
  • Burocracia
  • Processos
  • Prazos

E é justamente na finalidade que se encontram, portanto, diferenças na hora de pedir. Porque no empréstimo, então, a pessoa não precisa explicar o porquê de estar pedindo. Ou seja, ela só pede, tem o crédito analisado e recebe o valor, basicamente. Porém, no caso do financiamento, as coisas podem ficar um pouco mais rígidas.

Isso porque algumas instituições possuem regras mais específicas, que requerem um maior aprofundamento na hroa de pedir. Por isso pode ser que seja preciso justificar o porquê de estar pedindo financiamento. E essa justificativa, portanto, pode constar como uma descrição no contrato. 

E os financiamentos tendem a ser buscados quando a pessoa precisa de um crédito alto. Ou seja, quando precisa de um valor em dinheiro que dificilmente conseguiria juntar ou demoraria demais para isso. Como é o caso da aquisição de uma casa ou um carro, por exemplo.

Aliás, é importante ressaltar que a taxa de juros costuma ser bem diferente no mesmo banco. Então, numa mesma instituição financeira você vai encontrar valores diferentes para cada modalidade. Mas é só uma questão de ficar atento e se lembrar disso.

Sem contar que empréstimo ou financiamento têm questões burocráticas bem diferentes. Cada uma depende de um processo distinto na hora do requerimento, de forma que cada qual tem um tipo de abordagem. Basicamente, a diferença está no encaminhamento do valor liberado.

Em outras palavras, se no financiamento o valor vai direto a quem fez a venda, no empréstimo vai a quem pediu o crédito. Então, no primeiro, o dinheiro passa primeiro ao vendedor, que repassa o dinheiro a quem pediu. Já o empréstimo tem o valor encaminhado diretamente a quem contratou.

Fora isso, há também diferença nos prazos dos pagamentos. Tenha em mente que o empréstimo tem o pagamento em curto ou médio prazo. Portanto é uma forma bem rápida de conseguir crédito para o que deseja. Já um financiamento, por exemplo, pode ser pago em até 30 anos.

Por isso, então, como dito anteriormente, é a finalidade que faz a diferença. Caso compre uma casa, então um financiamento de muitos anos tem um determinado impacto na sua vida financeira. Já o empréstimo tende a ser mais objetivo, ágil e simples. E aí, claro, vai depender da sua necessidade.

Então qual é o melhor para escolher?

 

Bem, como já dito, vai depender da sua necessidade. Mas ainda há alguns pontos a serem levados em consideração. Como a questão dos juros. Porque um empréstimo, por ser indicado a situações mais objetivas e imediatas, têm juros maiores. Só para se ter uma noção, pode chegar a 46,9% ao ano no Banco do Brasil.

E essa porcentagem alta se deve justamente pela facilidade em conseguir o empréstimo. Como a liberação é mais rápida e simples, menos burocrática, então o juros é mais alto. Basicamente, você paga mais para ter mais rápido. Fora isso, o banco ou instituição financeira obrigatoriamente deve arcar com prejuízos em casos de inadimplência. Ou seja, caso a pessoa não consiga manter o empréstimo por qualquer motivo que seja, então cabe ao banco os danos.

Já do lado do financiamento, portanto, há a necessidade de fiador ou garantia na maioria das vezes. Em outras palavras, caso a pessoa não cumpra com as responsabilidades, o banco ou instituição financeira tem a sua garantia assegurada. Sem contar que a liberação do crédito pode ser mais demorada, devido a uma análise de crédito bem mais criteriosa. Por esses motivos, então, os financiamentos têm juros mais baixos.

Dessa forma, então, podem separar empréstimo ou financiamento em três questões a serem avaliadas:

  • Finalidade;
  • Facilidade (burocracia);
  • Juros.

Sendo assim, pense com atenção em cada parte do processo. Veja muito bem os motivos pelos quais deseja um empréstimo ou financiamento. E leve sempre em consideração de que essas modalidades servem para te ajudar. Ou seja, o impacto na sua vida financeira deve ser positivo, não uma dor de cabeça. E para isso, então, cabe a você tomar a melhore decisão.

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